O Museu Felícia Leirner, está instalado, desde 1978, em Campos do Jordão/SP, tendo sido oficializado em 2001, pelo Decreto estadual nº 46.466. Reúne esculturas dessa artista que, nascida na Polônia, viveu entre 1904 e 1996 e esteve radicada no Brasil desde 1927. Um conjunto de 85 obras de Felícia Leirner, de bronze, cimento branco e granito, está distribuído ao ar livre, sobre gramado e à beira de alamedas, no jardim do espaço que divide com o Auditório Claudio Santoro, sede do Festival Internacional de Inverno compreendendo uma área de mata com 35 mil m² de extensão. Na disposição das obras no espaço do jardim, a critério da própria artista, as esculturas estão agrupadas pelas fases da trajetória de Felícia: figurativa (1950-1958), a caminho da abstração (1958-1961), abstrata (1963-1965), orgânica (1966-1970) e recortes na paisagem (1980-1982). Esse conjunto revela a paixão da artista pela natureza e pelo local, que foi considerado um dos mais importantes do gênero no mundo pela Revista Sculpture, do International Sculpture Center, de Washington D.C. (EUA), em 1987.Dividindo espaço com o Museu Felícia Leirner, está o Auditório Claudio Santoro, sede do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, inaugurado em 1979. O Auditório, que também é administrado pela ACAM Portinari, tem capacidade para receber até 814 espectadores. Sua arquitetura moderna mistura elementos rústicos com grandes paredes de vidro que valorizam a luz natural e a paisagem do entorno, sem deixar de lado a preocupação com o conforto do público. O palco possui um fosso para orquestra e, nos bastidores, amplos camarins, salas de ensaio e área técnica compõem o espaço. O saguão de entrada conta com um lounge e espaço para café e restaurante. O Auditório Claudio Santoro também conta com equipamentos de acessibilidade, corrimãos, elevador para cadeirantes e banheiros adaptados.