Eis um artista com alma de xilógrafo.
Mesmo antes de formar-se em Design Gráfico na Universidade Estácio de Sá, THIAGO MODESTO de Magalhães já possuía talento para o desenho.
Nascido em 1989, em Jacarepaguá, descendente de uma família de Santo Antônio de Pádua, na beira de Minas Gerais, Thiago Modesto sempre viveu, e ainda vive, naquele bairro do Rio de Janeiro.
Vivendo profissionalmente do trabalho de designer gráfico e ilustrador, Thiago fez suas primeiras experiências xilográficas em 2014, logo interrompidas, e depois reiniciadas, com força, em 2020.
Tendo em vista a qualidade de suas obras na técnica da xilografia, em contraste com o curto período a ela dedicado, percebe-se que o talento, que levou seu caminho para a ilustração, também o socorreu nesta empreitada. Seu traço é seguro, limpo, marcante. Todavia, os contrastes fortes devem vir de seu dom inato de xilógrafo.
Esses contrastes, seja no branco e preto tradicional, seja com alguma cor, por vezes estridente, conferiram-lhe destaque nesses poucos cinco últimos anos, quer em mostras individuais, quer em coletivas em Cracóvia (Polônia), Seul (Coréia do Sul), Erivan (Armênia) e Nova York (EUA).
A temática das gravuras expostas, ora se inspiram em reminiscências ouvidas de sua avó e em ecos da vida rural, como em “Carro de Boi”; ora em símbolos religiosos que mesclam umbanda, catolicismo, mitos indígenas e até kardecismo, como em “Figura Sincrética I”.
Em todas elas, transparece a alma de xilógrafo.
Antonio F. Costella – Museu Casa da Xilogravura
Eis um artista com alma de xilógrafo.
Mesmo antes de formar-se em Design Gráfico na Universidade Estácio de Sá, THIAGO MODESTO de Magalhães já possuía talento para o desenho.
Nascido em 1989, em Jacarepaguá, descendente de uma família de Santo Antônio de Pádua, na beira de Minas Gerais, Thiago Modesto sempre viveu, e ainda vive, naquele bairro do Rio de Janeiro.
Vivendo profissionalmente do trabalho de designer gráfico e ilustrador, Thiago fez suas primeiras experiências xilográficas em 2014, logo interrompidas, e depois reiniciadas, com força, em 2020.
Tendo em vista a qualidade de suas obras na técnica da xilografia, em contraste com o curto período a ela dedicado, percebe-se que o talento, que levou seu caminho para a ilustração, também o socorreu nesta empreitada. Seu traço é seguro, limpo, marcante. Todavia, os contrastes fortes devem vir de seu dom inato de xilógrafo.
Esses contrastes, seja no branco e preto tradicional, seja com alguma cor, por vezes estridente, conferiram-lhe destaque nesses poucos cinco últimos anos, quer em mostras individuais, quer em coletivas em Cracóvia (Polônia), Seul (Coréia do Sul), Erivan (Armênia) e Nova York (EUA).
A temática das gravuras expostas, ora se inspiram em reminiscências ouvidas de sua avó e em ecos da vida rural, como em “Carro de Boi”; ora em símbolos religiosos que mesclam umbanda, catolicismo, mitos indígenas e até kardecismo, como em “Figura Sincrética I”.
Em todas elas, transparece a alma de xilógrafo.
Antonio F. Costella – Museu Casa da Xilogravura